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O conteúdo é a alma do negócio: Revolução digital 2020.

O mundo está cada vez mais digital. Sistemas, métricas online, interações digitais, lojas, empreendimentos… Tudo caminha para uma realidade cada vez mais concreta, ainda que virtual.

Onde isso vai nos levar? Difícil dizer, o mais provável é que aponte para algum lugar de maior eficiência e tempo otimizado. Sem negar os possíveis efeitos colaterais, claro.

Fato é que a Internet, está em toda parte. Não vivemos nem próximos, da sociedade que tínhamos há 35 anos atrás, do ponto de vista digital. Pensar em uma conta no Instagram, em anúncios pagos no Facebook, em meio ao Rock In Rio de 85, parecia um futuro imaginado, mas ainda, razoavelmente distante.

Imagine então que hoje, a Internet permeia toda a estrutura da sociedade, é lá onde funcionam negócios, onde existem grandes comunidades, e onde existe uma gama imensa de informações.

Para essa gama de informações, podemos atribuir o significado adaptado de “conteúdo”.

E antes que se perca, não, a revolução que vivemos, não é a criação de um universo paralelo, como se houvesse o material, e o virtual. Não, existe uma complementariedade entre ambos, o digital potencializa o físico, e o físico embasa a experiência do digital, para que evolua.

No âmbito digital, você precisa produzir algo substancial para gerar interesse, é necessário que haja algo a consumir, para ter uma audiência, e para maximizá-la, a qualidade deve ser ainda maior, daí, é possível compreender a importância central do conteúdo digital. O conteúdo, é a alma do negócio.

Conteúdo não é “encher linguiça”

Parta da seguinte premissa: as pessoas não vão consumir só porque está lá, só porque você postou qualquer coisa, o mercado já entendeu que “qualquer coisa só para preencher espaço” não serve mais.

O conteúdo é a alma do negócio: Revolução digital 2020

Aliás, é possível que jamais tenha servido e por algum tipo de ilusão momentânea ou por uma avalanche de números, ficou suspensa no ar a falsa ideia de que o consumo vai ser realizado, independentemente do produto ofertado, e isso está errado.

A ideia de tratar seu público ou audiência como alguém que vai simplesmente aceitar qualquer coisa que vier, é um tiro no pé perigosamente pretencioso, como veremos logo a seguir.

Dialogue com a realidade

Uma organização, seja ela qual for, não é um pedaço de real num mar de fatos virtuais. Uma empresa, um produtor de conteúdo, uma companhia, independentemente do tamanho ou segmento, nada é isolado, necessariamente há de se dialogar com o meio e com a sociedade.

Por mais que a empresa não esteja ligada diretamente com todas as áreas que compõe uma sociedade, fingir que temas relevantes não estão ocorrendo passa, atualmente, uma imagem de passividade e estagnação.
Claro que, não é mandatório assumir posição em várias pautas, mas é necessário dialogar com setores, propor, trazer ideias, entender problemas, incluir, discutir, compreender o todo.

Novamente, uma empresa não existe isoladamente, seus clientes são seres humanos, com dilemas, com histórias, com dores. Seus colaboradores idem. Faz sentido permanecer congelado no tempo, e na sociedade?

Como você se relaciona com seu cliente? Como você se relaciona com o todo?

Estamos em meio a uma severa pandemia. O que você propõe?

Seus concorrentes, o que estão fazendo?

Com quem estão falando? Qual é o tom e o conteúdo do diálogo?

Sim, conteúdo é fundamental, conteúdo é a alma do negócio.

O conteúdo é a alma do negócio: A forma importa, o conteúdo também.

Ter beleza e não ter conteúdo é a mesma coisa do que ter um carro bonito, mas sem motor. Pode até agradar ao olhar, mas não te leva a lugar algum. Luis Rachor

Aqui um erro recorrente que atinge empresas nas mais diversas escalas, nas maiores, menos, é verdade, mais ainda sim, é comum ver uma empresa despejando rios de dinheiro em design e estética, em sites, lojas e produtos, nada propositivos, vazios.

O que por si só é um contrassenso. Imagine que, você tem o melhor produto para oferecer, lindo, esteticamente impecável, mas quando chega na mão do consumidor, ele não funciona. Seu cliente busca um enfeite ou algo que resolva um problema?

A beleza pode até encantar e ser um convite para uma oportunidade de experimentação, mas o que gera consistência, o que fideliza, o que torna algo bem sucedido e longevo, é a capacidade de se manter eficiente, com qualidade, com conteúdo.

O contrário também é válido, cabe a avaliação. Algo de uma excelente essência, por exemplo, um site que tem resolve um ponto sensível da engrenagem social, mas se “embalado” ou apresentado com pouca interatividade, sendo pouco intuitivo, está fadado a ter dificuldades.

Atração

Uma coisa é ter um público-alvo definido. Outra coisa completamente diferente é conseguir alcançá-lo e tê-lo conectado a você. Aí entra a chave dessa conexão, o conteúdo.

Pense no campo das vendas, por exemplo, quantos anunciantes não gastam fortunas com o despejo de toneladas de anúncios em siteslojas e perfis que você navega? É por isso que você os compra?

Os empresários e empreendedores devem ficar atentos ao perfil do consumo. Seus clientes cada vez mais buscam vantagens e valores agregados á aquele produto.

O conteúdo é a alma do negócio: Revolução digital 2020

O produto passa a ser a ferramenta, o meio central para se alcançar o objetivo.

Pense no seguinte, você tem um consumidor que gostaria de tomar um café da manhã mais saudável, ele vê um processador de alimentos capaz de entre outros benefícios, prover sucos naturais com a preservação de nutrientes…

A escolha pela compra do processador será por essa vantagem que ele apresenta, que casa com o objetivo do consumidor, o cliente toma um café da manhã mais saudável, utilizando como meio, um processador de alimentos que ainda dispõe de mais funções.

De que forma se externa essa vantagem? Com o conteúdo.

Informações, roteiros de vídeos, fichas técnicas, chamadas… Conteúdo.

Insisto, o conteúdo é a alma do negócio.

Aprofundamento e riqueza de material

Um primeiro passo com território é a atração. Você já tem seu cliente próximo a você, mas ainda não chegou a hora da compra. Como dissemos, é necessário entregar valor, é necessário entender o perfil do seu cliente. Estamos em busca de soluções, vantagens, resolução de gargalos.

Agora, o desafio é manter o cliente envolvido com aquela causa, criando uma relação profunda entre ele, e o produto ou serviço.

Aqui, é o estágio mais amplo de desenvolvimento do conteúdo. É nessa fase em que se tem tempo e espaço para aprofundar.

A ideia de aprofundamento é muito importante. Nessa etapa da experiência de um cliente ou usuário, há necessidade de trazer informações, apresentar ideias, propor soluções, entregar vantagens, em suma, entregar um valor rico, para o universo daquele consumidor.

Dessa forma inclusive, retomamos uma ideia que nos é cara, o conteúdo precisa ser interessante, e convincente, mas não pode se descolar da realidade do cliente, caso descole, ele lhe trocará por algo que tem mais proximidade com aquilo que ele vive, faz ou experimenta.

Esse diálogo com o cliente, precisa exercitar uma relação real, valorosa e de benefício para ambos, o consumidor é capaz de perceber quando algo está sendo “empurrado” a todo custo.

Olá,

Estamos online no Whatsapp! Vamos conversar?

O conteúdo é a alma do negócio: Fidelização, e pós-compra

Muitas companhias incorrem num esquecimento ou distanciamento profundo entre empresa e cliente, após uma venda ser concluída. Um erro grave, parte fundamental da função do conteúdo é ser consistente e recorrente.

Passando por essas etapas e entendimentos com êxito, seu cliente, adquirindo um produto, terá a expectativa de mais informações, mais dicas, mais sugestões, afinal, você criou a audiência e principalmente, criou a relevância no seu discurso.

Relevância

A relevância é atingida, quando seu público cria diante da sua marca ou produto, (preferencialmente sempre a marca, para uma associação mais ampla) a relação de autoridade, qualidade e confiança.

• Se confia pois na prática o prometido, ou dito, é comprovado.
• A qualidade é enxergada na resolução de problemas, durabilidade, desempenho, efetividade e custo-benefício de um produto ou serviço
• A autoridade é alcançada diante da valorização, e reconhecimento de uma marca ou produto, como referência em determinado segmento ou assunto.

O conteúdo é a alma do negócio: Público-alvo

Várias empresas costumam errar recorrentemente na compreensão de seu público-alvo. Entenda que, independentemente do que você escolhe como produto, como serviço ou como nicho, há pessoas que não vão comprar.

Não importa o que você ofereça, geralmente, foque em quem está relacionado com o que você tem para entregar, com quem tem pontos sensíveis, pontos em comum com o que você entrega como valor.

Do contrário, você está desperdiçando tempo e energia em um local, que factualmente não lhe trará retorno concreto algum.

Nesse processo de análise do público-alvo, procure descobrir o que essas pessoas pensam, o que preferem, quais são os problemas que você pode ajudar a resolver, as dores, quem são essas pessoas?

Só nessa construção, imagine a quantidade de detalhes, situações cotidianas, histórias, exemplos, depoimentos, cases, e afins, que você encontrará de forma abundante?

Tudo isso, com um trabalho refinado de tratamento, leitura, e apresentação, já por si só, lhe rendará uma gama muito considerável de conteúdo.

Quer um conteúdo mais relevante e direto, do que aquele que dialoga com o seu cliente, justamente por partir de uma premissa incrivelmente especial: A realidade dele?!

Se convenceu do valor que um trabalho conteudista de excelência tem? Por tudo isso, o conteúdo é a alma do negócio.

Quer enriquecer o seu ambiente virtual com leveza e fluidez? Experimente os nossos serviços de criação de conteúdo, posicionamento de marcas nas redes sociais e Google! 

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